domingo, 12 de junho de 2022

Juvêncio Marins: 3 coisas que o INSS não conta a você sobre Aposentadoria


 por Juvêncio Marins, Colaborador

Muita gente joga dinheiro fora pagando contribuições em atraso. É normal achar que o simples recolhimento em atraso é o suficiente para contar tempo para a aposentadoria.

Imagine que você tem alguns períodos que queira contribuir em atraso e então vai até o INSS. Lá um agente emite suas guias para recolhimento em atraso, e você paga todas elas. Mas quando chega a hora de se aposentar você percebe que essas contribuições pagas em atraso não contaram para a aposentadoria.


No post de hoje cada tópico vem recheado de informações relevantes que normalmente o INSS não revela.


1. Trabalhos perigosos ou que fazem mal a saúde contam mais para se aposentar


Atividade especial


Quem tem contato com alguns elementos que são perigosos (periculosidade) ou que fazem mal a saúde (insalubridade) tem direito a um tempo adicional na aposentadoria ou a se aposentar sem o fator previdenciário.


Este período trabalhado em condições insalubres ou periculosas te dão um acréscimo de no mínimo 40% para o homem e 20% para a mulher no tempo de contribuição.


Isso quer dizer que um Metalúrgico que trabalhou 10 anos em contato com esses agentes insalubres, ganharia mais 4 anos na contagem para se aposentar. Ou seja, esses 10 anos vão valer por 14 anos.


Você vai precisar de documentos que comprovem que você realmente trabalhou com insalubridade ou periculosidade, ou em alguns casos comprovar que você trabalhava em algumas situações específicas. Alguns desses documentos são:

  • Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP)

  • Laudo de Condições Ambientais de Trabalho (LTCAT)

  • Carteira de Trabalho


2. Período trabalhado sem registro pode contar para a aposentadoria


E você não precisa pagar nada


Muitas empresas na tentativa de pagar menos impostos acabam não registrando seus funcionários. O funcionário na hora da contratação acredita que isso é vantajoso, pois muitas vezes ele recebe um pouco mais por isso, e não se incomoda de não ter o registro na carteira de trabalho.


O problema aparece quando chega perto da aposentadoria, quando esses meses ou anos sem registro vão fazer muita diferença.


A boa notícia é que o segurado (quem tem direito a se aposentar) pode pedir que o INSS reconheça o período sem registro na carteira de trabalho para a sua aposentadoria, independentemente de a empresa ter recolhido o INSS.


Parece estranho, não é? Mas é assim mesmo, o trabalhador não pode ser prejudicado nessa hora porque a obrigação de pagar o INSS era da empresa, e não do trabalhador.


Você vai precisar de documentos que comprovem que você realmente trabalhou na empresa, alguns exemplos desses documentos são:

  • Anotações na Carteira de Trabalho:

  • Registro de empregados da empresa

  • Holerites

  • Ficha ponto

  • PPP

sexta-feira, 27 de maio de 2022

Juvêncio Marins de Oliveira ensina você a mudar seus paradigmas


 Existem duas coisas que você precisa saber se realmente quer criar riqueza: uma que você precisa saber onde está e outra que você precisa saber para onde vai. E, para saber isso, você precisa aprender a escrever seu Cartão da Vida. Da sua vida. 

Alguma vez se questionou porque existem tantas pessoas estagnados e por que elas estão assim? Elas estão estagnadas em tudo ou em quase tudo. Na vida financeira, na saúde, no bem-estar físico e emocional, nas relações pessoais, na vida profissional. 

terça-feira, 17 de maio de 2022

Juvêncio Marins proferiu palestra na Faculdade Pitágoras

 


O magistrado e professor Juvêncio Marins proferiu palestra gratuita para alunos e alunas do Curso de Direito na Faculdade Pitágoras. O evento ocorreu no último dia 06 de maio do corrente e aconteceu na unidade de Teixeira de Freitas, Bahia.


A temática versou sobre o Poder das Palavras e o Português Jurídico para o(a) Advogado(a) iniciante e foi bem direcionado para estudantes de vários semestres do Curso de Direito e professores da Instituição de ensino.

O professor Juvêncio foi convidado pelo Coordenador Geral do Curso, professor Osmundo Nogueira Gonzaga e obteve excelentes avaliações dos presentes.


Após a Palestra, foi oferecido um lanche pela Faculdade para os professores e convidados.


Fonte: Facilita Estudos


domingo, 24 de abril de 2022

Juvêncio Marins lança Curso de Português e o livro Muitos Falam e Escrevem, Poucos se comunicam


Você sabia que as palavras têm uma energia oculta que pode transformar sua vida? A palavra "formidável", na origem, significava "forme de diable", você sabia? Você vai descobrir muito mais no livro MUITOS FALAM E ESCREVEM, POUCOS SE COMUNICAM do Juiz, Professor e Jornalista Juvêncio Marins, que também lança, simultaneamente, seu CURSO DE PORTUGUÊS para profissionais, concursos e exames, com exercícios com gabaritos e dicas incríveis. O professor Juvêncio Marins é Juiz, Jornalista e Escritor com 30 anos de experiência em Concursos e Exames de todos os tipos para todas as faixas etárias. É autor de 9 livros de ficção, entre eles A SENHORA DA MONTANHA, pela Editora Madras e o recordista BLINDFOLDED, lançado pela Editora Novo Século, e de livros de autoajuda e livros técnicos de Direito, Português, Oratória e História.

O Curso Completo de Português para Profissionais, Concursos e Exames e o livro MUITOS FALAM E ESCREVEM POUCOS SE COMUNICAM. Aprenda o Poder e a origem da Energia das Palavras e use em seu favor para se tornar Influente e Comunicativo (a) com incríveis técnicas e dinâmicas. Indicado para pessoas de todas as idades e profissões, que desejam ampliar suas relações pessoais, sentimentais e profissionais.



Fonte: Facilita Estudos



 

domingo, 3 de abril de 2022

Juvêncio Marins explica: 3 fatos que aconteceriam se Colombo não tivesse descoberto a América

 

Em 3 de agosto de 1492, com o aval dos reis católicos da Espanha, o explorador italiano Cristóvão Colombo partiu do porto de Palos de Moguer, no sul da Península Ibérica, rumo às Índias.


Ficou decretado que em 12 de outubro de 1492, Cristóvão Colombo descobriu oficialmente a América ao aportar nas Bahamas — embora registros históricos apontem que povos vikings já haviam chegado no continente 417 anos antes do navegador genovês, e existe quem garanta que os chineses também estiveram por aqui, bem antes, conforme relatos do almirante e historiador britânico Gavin Menzies, em sua obra 1421 O Ano em que a China descobriu a América.


Mas e se os notórios navios Niña, Pinta e Santa Maria não tivessem refeito sua rota de volta pelas águas azuis do Atlântico em direção à Europa para que Colombo pudesse contar sua grande descoberta? Afinal de contas, ele, de fato, mal conseguiu voltar depois de sua primeira viagem devido às complicações que surgiram, inclusive o navio Santa Maria chegou a ficar encalhado em um recife haitiano no processo.


Será que os europeus teriam desistido de desvendar uma rota ocidental para a Ásia?


Essas são três possibilidades que apresentamos do que poderia ter acontecido:


1. Possível salvação e preservação


O processo de colonização europeia foi bom apenas para os próprios europeus, visto que as culturas que já faziam parte do território foram dizimadas, escravizadas e torturadas o mais grotescamente possível pelo poder dominante. Esse foi o início do fim da cultura e fé dos índios, que assim foram rotulados e forçados a se transformarem no que, naquela época, era considerado como “gente de verdade”.


Sem isso, os povos indígenas teriam continuado sua linha de desenvolvimento, com a Califórnia sendo, provavelmente, a região mais povoada, enquanto todo o continente seria dividido em diferentes nações, com as tribos menores sendo absorvidas pelas maiores. Isso teria permitido que grupos, como os iroqueses, emergissem como uma cultura dominante na região dos Grandes Lagos e do Rio Mississippi, nos Estados Unidos.


Contudo, por outro lado, se não tivesse sido Colombo, é bem provável que outro explorador tivesse encontrado a América em algum momento, visto que o próprio Pedro Álvares Cabral aportou no Brasil em 1500 por pura coincidência — ou não, há diversas controvérsias —, após ventos fortes terem o arrastado até o Novo Mundo.


Portugal havia percebido antes de Colombo o quão promissora a rota oriental poderia ser, e se tivesse chegado lá primeiro teria dominado as redes comerciais da Europa, enquanto os otomanos e italianos poderiam ter mantido seu poder concentrado no Mediterrâneo, e os portugueses se beneficiado das riquezas do comércio asiático.


Ou seja, o domínio teria sido ainda maior, sendo que as rotas portuguesas pós-descobrimento de Colombo já eram influentes e fundamentais.

2. Expansão e conquista asteca


O século XV foi marcado pela conquista do México Central pelos astecas, que dominaram com sucesso territórios vizinhos para estabelecer seu controle, formando organizações religiosas, sociais e políticas.


Contudo, o único território que permaneceu invicto foi Tlaxcala, a leste do império asteca em Tenochtitlán, a grandiosa capital. Os tlaxcaltecas foram a ruína dos astecas, que acabaram derrotados e varridos da Terra com a ajuda do conquistador espanhol Hernan Cortés, em 1519.


Ele foi um grande aliado dos tlaxcaltecas, que não teriam obtido sucesso sem ele — um resultado direto da descoberta de Colombo do Novo Mundo. Se Cortés não tivesse entrado no caminho, os astecas teriam continuado sua expansão pela América Central.

3. América do Norte falaria outro idioma


É possível que a América do Norte tivesse o holandês e o francês como idioma principal, visto que a França teria sido o país europeu com maior potencial para colonização do Novo Mundo.


Os franceses encontraram um vasto território na América do Norte, porém seus esforços minaram quando encontraram os espanhóis.


Se eles não tivessem competido e colonizado apenas a costa leste, a região onde ficam os Estados Unidos teria crescido a partir de uma colônia francesa, não britânica.


O que você pensa sobre isso?

segunda-feira, 28 de março de 2022

Juvêncio Marins é o homenageado pela Câmara do Livro de Araçatuba/SP em abril

 


O Juiz e escritor Juvêncio Marins será o homenageado do mês de abril na Câmara do Livro de Araçatuba/SP. 

A homenagem constará da entrega do Selo da Câmara, e ocorre em razão do transcurso da comemoração pelos dez anos do lançamento do livro Blindfolded, pelo autor, lançado, à época, pelo selo Novo Século de São Paulo.

Natural de Salvador/BA, Juvêncio Marins é Juiz do Trabalho, Escritor, Professor Universitário e Jornalista formado.


Juvêncio Marins lança segunda edição de livro de Português e Comunicação

 


Por que algumas palavras criam uma atmosfera positiva e outras não? As palavras têm força, cor e energia, e podem construir uma comunicação perfeita e exitosa, atribuindo valor e magnetismo à pessoa ou, ao contrário, podem destruir a imagem pessoal em segundos. Imagine você com o conhecimento para dominar o poder oculto, atrativo, vibracional e especial que cada palavra contém.

O professor e Juiz do Trabalho Juvêncio Marins lançará, em maio deste ano, a segunda edição, contando novamente com o apoio do Grupo MecomunicoBem Facilita Estudos.

Juvêncio é professor, Juiz do Trabalho e Jornalista com mais de 30 anos em Comunicação.